Museu de Belém recebe exposição sobre religião afro-brasileira

Mostra da fotógrafa Úrsula Bahia será aberta na quinta-feira, 9, às 19h.
A entrada é gratuita.

Museu de Belém recebe exposição sobre religião afro-brasileira (Foto: Divulgação/Agência Pará)Museu de Belém recebe exposição sobre religião afro-brasileira (Foto: Divulgação/Agência Pará)

 

O Museu de Arte Sacra, em Belém, promove a partir da quinta-feira (9), às 19h, a exposição “Quizomba – Como nós nos enxergamos e como os outros nos enxergam”, da fotógrafa paraense Úrsula Bahia. A mostra pode ser visitada até o dia 3 de julho e tem entrada gratuita.

“Quizomba” é um termo comum aos iniciados nos cultos afro-brasileiros e diz respeito às festividades que ocorrem nos terreiros. A mostra reúne 21 fotografias em tamanhos que variam de 50 cm x 75 cm a 1,80 metros e mais 20 imagens em projeção, todas em preto e branco.

As imagens foram feitas em três casas: uma de candomblé, o Terreiro Mam’eto Nangetu; uma de Umbanda de Mina, Nagô Nossa Senhora da Conceição e no Terreiro de Mina Nagô, Glorioso Santo Antônio.

Úrsula conta que a inspiração para este trabalho começou ainda nos anos 1990, quando entrou em contato com o trabalho de outros fotógrafos.

“Depois que conheci os trabalhos de Guy Veloso e Artur Leandro, tive vontade de fotografar umbanda e candomblé. Tenho uma amiga que frequenta o candomblé e ela falou com a mãe de santo dela para me autorizar a fazer o registro, então, comecei. Sou cristã evangélica, mas este fato não me impediu de me aproximar das religiões afro-brasileiras, faço as fotos como em qualquer outro trabalho”, afirma.

Serviço
A exposição “Quizomba – Como nós nos enxergamos e como os outros nos enxergam”  será aberta na quinta-feira (9),às 19h, no Museu de Arte Sacra, na praça Frei Caetano Brandão, no bairro da Cidade Velha,  em Belém. A entrada é gratuita. Para mais informações: (91) 4009-8805/8845.

Fonte: G1

Exposição “Afro Retratos” é destaque no SESI Itu

 

SESI expo afro

O SESI Itu recebe até o dia 30 de junho a exposição “Afro Retratos”, da artista Renata Felinto, vencedora do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras pelo desenvolvimento desses trabalhos. A mostra, que abriu ontem (1º), faz parte do projeto Exposições Itinerantes do SESI-SP.

A mostra é composta de imagens fac-similares das pinturas realizadas pela artista, que surgiram a partir de questionamentos sobre identidade. A artista, que é bacharel, mestra e doutoranda em Artes Visuais pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), retrata mulheres de diferentes culturas, com trajes étnicos, mas todas elas afro-representadas.

Renata Felinto trabalha há 11 anos com arte e educação em museus e espaços culturais. De 2004 a 2011, atuou no Museu Afro Brasil como coordenadora do Núcleo de Educação. Ela desenvolve instalações e objetos e trabalhos em fotografia, pintura e desenho. Expôs no Brasil e no exterior e, em 2012, recebeu o Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Cultural Palmares pelo desenvolvimento da série “Afro Retratos”.

A mostra pode ser conferida gratuitamente de segunda, quinta e sexta-feira, das 9h às 18h, e de terça e quarta-feira, das 9h às 21h. O SESI Itu fica localizado na Rua José Bruni, 201, São Luiz. Informações e agendamento de grupos: (11) 4025-7332 ou camila.trombini@sesisp.org.br.

Fonte: Jornal Periscópio

Pinacoteca organiza debates sobre a produção de artistas afrodescendentes brasileiros‏

Seguindo as comemorações que marcam o aniversário de 110 anos da Pinacoteca do Estado, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, nos dias 30 de abril e 07 de maio o espaço realiza Seminário “Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca”. A iniciativa é uma parceria do museu com a revista O Menelick 2º Ato e vai promover gratuitamente palestras e mesas-redondas que visam discutir a produção dos artistas afrodescendentes brasileiros. O evento é gratuito e acontecerá das 10 às 16 horas no auditório da Estação Pinacoteca. Necessária inscrição prévia.

“Por motivos diversos, esses artistas não figuram na historiografia hegemônica da história da arte brasileira e, portanto, são estudados sem o devido zelo, ou estão relegados apenas a espaços que se dedicam a salvaguardar e propagar a cultura afro-brasileira. Nossa intenção é trazer esse assunto à tona e promover a troca de ideias. Uma proposta complementar às múltiplas relações, reflexões e descobertas proporcionadas pela exposição temporária de mesmo nome que segue em cartaz até 13 de junho”, explica o diretor geral da Pinacoteca Tadeu Chiarelli, também curador da mostra em questão.

Profissionais, acadêmicos e artistas como Emanoel Araújo, Renata Bittencourt, Janaina Barros, Nelson Fernando Inocêncio, José Nabor Júnior, Claudinei Roberto, Renata Felinto e Alexandre Araujo Bispo estão confirmados na programação do seminário. Jaime Lauriano, Sidney Amaral, Rosana Paulino, Peter de Brito, Flávio Cerqueira, Rômmulo Vieira Conceição e Genilson Soares também falarão acerca de suas produções, da cena da arte brasileira atual e do papel das instituições neste contexto.

Para participar basta enviar um e-mail para pinacotecasp@pinacoteca.org.br. A inscrição é gratuita. É possível garantir vaga para os dois dias ou só para um deles. Mais informações no (11) 3335-4990.

 

PROGRAMAÇÃO

30 de abril

Manhã – 10h às 12h30

Tema: Artistas Afrodescendentes na História da Pinacoteca do Estado

10h às 12h – DepoimentoEmanoel Araujo, artista e diretor do Museu Afro Brasil
Mediação: Tadeu Chiarelli, diretor geral da Pinacoteca do Estado
12h às 12h10
José Nabor Júnior, editor-chefe da revista O Menelick 2º Ato
12h10 às 12h30
Stand de distribuição da revista O Menelick 2º Ato

Tarde – 14h00 às 15h50

Tema: Artistas e instituições: é preciso colorir para enxergar

14h00 às 14h20 – Comunicação
Renata Bittencourt – UFC/Secretaria de Estado da Cultura
As instituições brasileiras em relação à produção de artistas afrodescendentes

14h20 às 15h50  – Mesa redonda

Janaina Barros – Universidade de São Paulo

Tema: Os artistas afrodescendentes e a visibilidade de suas produções em instituições de arte
Nelson Fernando Inocêncio – Universidade Federal de Brasília

Tema: Artistas afrodescendentes no acervo do Museu Afro Brasil
Mediação: Claudinei Roberto – curador independente

07 de maio

Manhã 10h30 às 12h20

Tema: Artistas e História: é preciso rever para compreender

10h30 às 10h50 – Comunicação – Alexandre Araujo Bispo – O Menelick 2º Ato, Diretor da DACE/ CCSP e curador independente

Atuação dos artistas afrodescendentes no cenário internacional e a revisão histórica e crítica acerca do protagonismo dos afrodescendentes

10h50 às 12h20

Depoimentos de: Jaime Lauriano, Sidney Amaral, Rosana Paulino

Mediação: Renata Felinto – O Menelick 2º Ato e Universidade Regional do Cariri, no Ceará.

Tarde – 14h00 às 15h50

Tema: Artistas e a Forma: é preciso criar para existir

14h00 às 14h20 – Comunicação – Peter de Brito – Artista visual; coletivo A Presença Negra

Artistas afrodescendentes como artistas cuja origem étnica racial não é condição imprescindível para disparar o processo criativo

14h20 às 15h50

Depoimentos de Flávio Cerqueira, Rômmulo Vieira Conceição, Genilson Soares

Mediação e fechamento do seminário: Diretor Tadeu Chiarelli.

 

Fonte: Caros Amigos

Mestres de bateria vão participar de homenagem a mestre do candomblé

Foto (Foto: Arquivo)
Foto | Arquivo

Quatro Mestres do Carnaval Irão Homenagear o Mestre do Candomblé.

Quatro Grandes Mestres do Carnaval, Andrezinho, Ciça, Odilon e Marçalzinho irão fazer parte da Homenagem ao Ogan Bangbala na EXPO RELIGIÃO.

EXPO RELIGIÃO é uma feira Inter-religiosa que reúne vários segmentos religiosos. No último dia será dedicado as religiões de Matrizes Africanas. Como dia 10 é dia dos pais a homenagem será ao Ogan BangBala e os quatro mestres do carnaval serão responsáveis por esta homenagem, tocando juntos para o Mestre dos Mestres.

Serviço:

EXPO RELIGIÃO 2014

Local: Estação da Leopoldina

Endereço: Avenida Francisco Bicalho s/n – Centro – Rio de Janeiro

De 08 a 10 de Agosto 2014

Horário: 10h às 19h

Entrada: 1 KG de Alimento não perecível – Cada kg receberá 1 cupom para concorrer a 1 Moto 0KM quanto mais quilos mais chances de ganhar.

Telefone: 21-2437.7466

http://www.exporeligiao.com.br

Fonte: O Globo

Ngũgĩ wa Thiong’o, escritor queniano, é anunciado na Flip 2015

Conhecido também pelo ativismo, autor foi cotado para o Nobel em 2010.
13ª Festa Literária Internacional de Paraty acontece de 1º a 5 de julho.
O escritor queninano Ngũgĩ wa Thiong'o que vem para a Flip 2015 (Foto: Divulgação)
O escritor queninano Ngũgĩ wa Thiong’o, que vem para a Flip 2015 (Foto: Divulgação)

 

O escritor queniano Ngũgĩ wa Thiong’o, de 77 anos, conhecido por seu ativismo político e cotado para o Prêmio Nobel de Literatura em 2010 (vencido pelo peruano Mário Vargas Llosa), vai participar da edição 2015 da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), anunciou a organização nesta terça-feira (5). Será sua primeira visita ao Brasil.

A nota destaca que Thiong’o teve sua “trajetória dividida pela identidade local e a identidade imposta pela colonização” britânica. Ele escreveu parte de seus livros em inglês e parte no idioma nativo gĩkũyũ. Sua obra inclui romances, peças de teatro, contos, ensaios e literatura infantil.

Na Flip, o autor lançará as primeiras traduções de seus livros para o português. Pela Alfaguara, sai em junho “Um grão de trigo” (1967), que retrata a idependência do Quênia. Pela Biblioteca Azul, sai “Sonhos em tempo de guerra”, as memórias de Thiong’o.

O perfil de Thiong’o informa que, na escola, ele “foi proibido de falar a língua nativa, forçado à circuncisão e à conversão pelo batismo na Igreja da Escócia, onde recebeu o nome James”. Estreou na literatura em 1964, com “Weep not, child”.

Já em 1977, Thiong’o renegou o catolicismo, a língua e a identidade inglesa. Na ocasião, ele abriu mão no nome de batismo na igreja escocesa. Em seguida, escreveu, em gĩkũyũ, o romance “Petals of blood”. Queria usar a língua que seu povo fosse capaz de entender, mas acabou censurado e preso.

“Na cadeia, como preso político, escreveu no papel higiênico o romance ‘Devil on the cross’, publicado em 1982”, descreve o perfil.

Na Flip, Thiong’o falará ainda sobre “Wizard of the crow”, publicado em 2006, que marcou seu retorno à literatura após quase duas décadas dedicadas ao ativismo. O livro é descrito como “uma sátira política de mais de 700 páginas passada na República de Aburria, país fictício com muitas semelhanças com a realidade com a qual o autor conviveu ao longo de sua vida”.

Nomes já anunciados
Antes de Ngũgĩ wa Thiong’o, a organização da Flip já havia confirmado os nomes das escritoras Ayelet Waldman, de Israel; Matilde Campilho, poeta de Portugal; e Karina Buhr, cantora brasileira que estreia em breve na literatura.

Além delas, estão na programação o irlandês Cólm Tóibín – que em 2013 foi finalista do Man Booker Prize com o livro “O testamento de Maria” – e o historiador e escritor brasileiro Boris Fausto.

Mário de Andrade
O homenageado da Flip 2015 será Mário de Andrade. Esta 13ª edição da festa vai manter a gratuidade no show de abertura e nos telões externos. Também foi mantido o curador, o jornalista e editor Paulo Werneck. Ele já havia exercido a função na Flip 2014, que ficou marcada pela forte presença de humoristas e de convidados que não escritores.

Sobre os planos para esta Flip 2015, Werneck afirmou, por meio de nota que “em 2014, a Flip se  abriu, ao mesmo tempo, para a cidade e para o público que estava fora de Paraty”. E antecipou: “Esse é um movimento sem volta. Em 2015, vamos conservar esse espírito livre e afetuoso que é a marca dos grandes momentos de todas as Flips”.

Museu Afro Brasil expõe universo das missões científicas do Império Português

A exposição Da Cartografia do Poder aos Itinerários do Saber, patente na OCA do Parque Ibirapuera de S. Paulo, resulta de uma parceria entre a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e o Museu Afro Brasil, de S. Paulo. Inaugurada no âmbito da celebração do dia da cidade de S. Paulo, às 19h do dia 24 de Janeiro de 2014, esta exposição deu inicio às comemorações dos 10 anos do Museu Afro Brasil e, simultaneamente, encerra as comemorações dos 100 anos da Faculdade de Ciências de Coimbra.

Com peças raras das coleções científicas (Antropologia e Astronomia) da Universidade de Coimbra e de colecionadores particulares, reflete sobre a construção do conhecimento científico português em relação aos povos e territórios do além-mar, principalmente na África e no Brasil.

O ponto de partida é a refundação da Universidade de Coimbra, na era do Marquês de Pombal (1699-1782), e a introdução do ensino das ciências na educação superior em Portugal, trazendo esse olhar para a contemporaneidade. Entre as peças e obras expostas, há astrolábios, esferas, lunetas, mapas feitos pelo engenheiro italiano Miguel Ciera no séc. XVIII, cartas geográficas, desenhos, bustos frenológicos, contadores lusíadas (séc. XVI-XVII), olifantes (séc. XV-XVI), fotografias, documentos históricos da Universidade, herbários de Friedrich Welwitsch no séc. XIX e retratos do Marquês de Pombal (por Francisco José Resende, 1882) e de D. Francisco de Lemos (1735-1822), brasileiro que foi bispo e reitor de Coimbra.

Outro núcleo da exposição apresenta o raríssimo acervo de Antropologia do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, destacando-se, entre os objetos etnográficos, 32 tampas de panela do povo Woyo, recolhidas pelos missionários do Espírito Santo, de presença marcante em Angola desde a década de 1860; uma cadeira de espaldar do povo Chowke; uma máscara masculina Nkaki, dos Luluwa; uma estatueta de representação de missionário, do povo Yombe; duas máscaras do povo Songo; e pentes e máscaras Mwana Pwo e Cihongo dos artistas contratados pela companhia Diamang, que trabalhavam numa aldeia situada no complexo do Museu do Dundo, em Angola.

Incorporados à exposição na Oca, artistas contemporâneos atualizam esse universo da “Cartografia do Poder”: Albano da Silva Pereira, Albuquerque Mendes, Ana Vieira, André Cepeda, Arthur Omar, Aston, Cristina Ataíde, Debbie Fleming Caffery, Didier Morin, Dominique Wade, Edgar Martins, Gérard Quenum, Gonçalo Pena, Guilherme Mampuya, Joan Fontcuberta, João Fonte Santa, João Pedro Vale, Joel-Peter Witkin, José de Guimarães, José Luís Neto, José Resende, José Rufino, Lygia Pape, Miguel Palma, Nuno Cera, ORLAN, Paul Den Hollander, Sam Durant, Sofia Leitão, Susana Anágua, Tunga e Yonamine.

Viagens científicas

Os laços históricos entre Portugal e Brasil são bastante conhecidos, mas o grande público geralmente desconhece o interesse científico que Portugal, a Metrópole, sustentou em relação às suas colônias, como o Brasil e Angola. O investimento de cunho científico no Ultramar refletiu-se na aquisição, por instituições portuguesas, ao longo dos séculos de dominação, de exemplares do reino mineral, vegetal e animal, além de objetos etnográficos, testemunhos da rica história dessas regiões.

Até a primeira metade do século XVIII, as remessas e recolhas desses exemplares estavam relacionadas, sobretudo, aos interesses privados da Coroa portuguesa e da nobreza mais esclarecida. Foi a partir dos anos oitenta de Setecentos e ao longo do séc. XIX que as coleções, frutos de recolhas e aquisições, passaram a ser sistematizadas nos Museus de História Natural de acordo com critérios científicos definidos, em grande parte, por naturalistas estrangeiros que chegavam a Portugal para suprir a falta de profissionais formados em escolas portuguesas.

Dentre os naturalistas tratados na exposição, destaca-se o italiano da cidade de Pádua, Domingos Vandelli (1735-1816), que teve importante papel não apenas como diretor do Museu de História Natural, do Laboratório Químico e do Jardim Botânico e docente de História Natural e Química em Coimbra, mas também como responsável pela incorporação de coleções no próprio Museu de História Natural da Universidade de Coimbra, no decurso de diversas viagens filosóficas organizadas por ele ao Brasil e África.

O impulso da Ciência em Portugal, iniciado na segunda metade do século XVIII, ampliou-se no século XIX no território brasileiro, com a vinda da família real para o Brasil e a abertura dos portos, que favoreceu a entrada de naturalistas estrangeiros. Foi nesse contexto que ocorreu a criação, através de um decreto de 1818, do Real Museu no Rio de Janeiro. A criação desse espaço culminou não apenas na intensificação das pesquisas, mas principalmente no estreitamento dos laços entre Brasil e Portugal, na medida em que algumas coleções de Lisboa foram transferidas para o Brasil.

O estudo e a exploração da natureza expandiram-se para o continente africano ao longo do século XIX. Estas expedições com objetivos científicos vão estar presentes na exposição através de herbários do botânico Friedrich Welwitsch em Angola, no ano de 1852, e de parte substancial da coleção etnográfica do professor Luís Carrisso, recolhida entre 1927 e 1936.

Exposição apresentada inicialmente em Portugal e agora em versão ampliada pelo Museu Afro Brasil, que incorporou objetos valiosos sobre a história de Angola e artistas contemporâneos brasileiros, “Da Cartografia do Poder aos Itinerários do Saber” propicia reflexões sobre a alteridade, o hibridismo, a dominação e o poder, temas inerentes à História da formação do Brasil.

 

Exposição: “Da Cartografia do Poder aos Itinerários do Saber”, do Museu Afro Brasil.

Facebook: https://www.facebook.com/dacartografia.brasil

Abertura: 24/01, às 19h.

Local: Oca do Ibirapuera
Acesso: Av. Pedro Álvares Cabral – Portão 3
Tel: (11) 3105-6118 e (11) 5082-1777.
De 25 de janeiro a 23 de março de 2014.

Terça-feira a domingo, das 10h às 17h.

Entrada gratuita

Fonte: Buala